Dismenorreia em adolescentes : é normal sentir cólica forte?
A dismenorreia em adolescentes em Brasília é uma queixa muito comum, mas ainda cercada de dúvidas.
Muitas meninas acreditam que sentir dor intensa durante a menstruação é normal.
Mas a verdade é simples: cólica menstrual forte não deve ser ignorada.
Se a dor interfere na escola, no humor ou na rotina, isso precisa de avaliação.

Sobre a médica
Sou a Dra. Colette Camara Omotosho, médica com atuação em ginecologia e foco em saúde da mulher e bem-estar hormonal.
Meu compromisso vai além de tratar sintomas. Eu cuido da mulher como um todo.
Criei um atendimento onde cada paciente será ouvida com atenção real, sem pressa e sem julgamentos. Aqui, cada detalhe importa: seu corpo, sua história, suas emoções e seus objetivos.
Sou formada pela Universidade de Brasília (UnB), uma das principais instituições de ensino médico do país, e construí minha prática com foco na saúde da mulher de forma integral, incluindo saúde ginecológica da adolescente.
Ao longo da minha trajetória, percebi que muitas adolescentes convivem com dores menstruais intensas acreditando que isso é “normal”, quando na verdade o corpo pode estar pedindo atenção.
A dismenorreia — nome dado à cólica menstrual intensa — pode causar:
- Dor abdominal forte durante a menstruação
- Náuseas e mal-estar
- Dor lombar
- Cansaço e indisposição
- Alterações no humor
- Dificuldade para estudar ou manter a rotina
- Impacto emocional e na qualidade de vida
Cada adolescente vive essa experiência de forma única, e a investigação deve ser feita com cuidado, acolhimento e individualização.
Meu consultório é um espaço seguro para adolescentes e mulheres que:
- Sofrem com cólicas menstruais intensas
- Possuem ciclos menstruais difíceis
- Faltam escola por causa da dor
- Desejam compreender melhor o próprio corpo
- Procuram acolhimento sem julgamentos
- Buscam um acompanhamento ginecológico humanizado
Se a dor interfere na sua qualidade de vida, ela merece ser levada a sério.
Um atendimento baseado em escuta, ciência e personalização.
Minha abordagem é baseada em três pilares:
Escuta ativa real
Antes de qualquer protocolo, eu entendo você. Seu corpo fala e eu levo isso a sério.
Raciocínio clínico aprofundado
Avalio sintomas, saúde hormonal, rotina, metabolismo e sinais que muitas vezes passam despercebidos.
Tratamento individualizado
Nada de fórmulas prontas. Cada paciente recebe um plano pensado exclusivamente para sua fase de vida, necessidades e objetivos.

O que dizem sobre a Dra. Colette
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O que é dismenorreia em adolescentes
A dismenorreia em adolescentes é a dor que acontece durante o período menstrual, conhecida popularmente como cólica menstrual.
Na maioria dos casos, a dismenorreia em adolescentes surge porque o útero se contrai para eliminar o sangue da menstruação. Essas contrações são provocadas por substâncias inflamatórias chamadas prostaglandinas
A dismenorreia em adolescentes pode variar de leve a intensa. Algumas meninas sentem apenas desconforto, enquanto outras apresentam dor forte, que pode atrapalhar atividades como ir à escola, estudar ou até dormir.
Além da dor no baixo ventre, a dismenorreia em adolescentes também pode causar:
- náuseas
- dor nas costas
- dor nas pernas
- dor de cabeça
- sensação de fraqueza
É importante entender que a dismenorreia em adolescentes é comum, mas não deve ser considerada normal quando é intensa ou limitante.
Tipos de dismenorreia em adolescente
A dismenorreia em adolescentes pode ser dividida em dois tipos principais. Entender essa diferença é essencial para saber quando a cólica é comum e quando precisa de investigação.
Dismenorreia primária em adolescentes
A dismenorreia primária em adolescentes é a forma mais comum da dismenorreia em adolescentes em Brasília.
Ela não está relacionada a nenhuma doença, mas sim ao funcionamento natural do ciclo menstrual, principalmente nos primeiros anos após a menarca.
Características da dismenorreia primária:
- Surge após a primeira menstruação
- Dor em cólica no baixo ventre
- Pode irradiar para costas ou pernas
- Não há doença associada
- Pode melhorar com o tempo
A dismenorreia em adolescentes nessa fase costuma estar ligada à adaptação hormonal do organismo.
Dismenorreia secundária em adolescentes
A dismenorreia secundária em adolescentes é menos comum, mas exige mais atenção dentro da avaliação da dismenorreia em adolescentes .
Nesse caso, a dor pode estar associada a alguma condição ginecológica.
Principais causas:
- Endometriose
- Alterações anatômicas do útero
- Inflamações pélvicas
Sinais de alerta:
- Cólica menstrual forte e progressiva
- Dor fora do período menstrual
- Pouca resposta a medicamentos
- Limitação das atividades diárias
Quando esses sinais estão presentes, a dismenorreia em adolescentes deve ser investigada de forma mais detalhada para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Quando investigar a dismenorreia em adolescentes
Nem toda cólica menstrual precisa de exames. Porém, alguns sinais indicam que a dismenorreia em adolescentes deve ser investigada com mais atenção.
Quando a dor deixa de ser leve e começa a impactar a rotina, é importante avaliar.
Sinais de alerta para investigar a dismenorreia em adolescentes:
- Dor incapacitante
- Faltas frequentes na escola
- Uso constante de analgésicos
- Piora progressiva ao longo dos ciclos
- Histórico familiar de endometriose
Nesses casos, a dismenorreia em adolescentes deve ser investigada precocemente para evitar atraso no diagnóstico e melhorar a qualidade de vida.
Impacto da dismenorreia em adolescentes
Adismenorreia em adolescentes não afeta apenas o corpo — ela pode impactar toda a rotina da jovem.
Quando não tratada, a dor menstrual pode trazer consequências importantes.
Principais impactos da dismenorreia em adolescentes:
- Baixo rendimento escolar
- Ansiedade e irritabilidade
- Alterações no sono
- Limitação das atividades sociais
Muitas adolescentes com dismenorreia convivem com dor por anos sem diagnóstico adequado, o que pode atrasar o tratamento correto.
Por isso, reconhecer os sinais e buscar avaliação faz toda a diferença.
Como é feito o diagnóstico da dismenorreia em adolescentes
O diagnóstico é, na maioria das vezes, clínico — ou seja, baseado na conversa detalhada durante a consulta.
O mais importante não é apenas identificar a dor, mas entender como ela acontece e o impacto na vida da adolescente.
O que é avaliado na consulta
Durante a avaliação da dismenorreia em adolescentes , a consulta inclui:
- Como é o ciclo menstrual (regularidade, duração e fluxo)
- Intensidade da dor (leve, moderada ou forte)
- Momento em que a dor aparece (antes, durante ou após a menstruação)
- Sintomas associados, como náuseas, dor de cabeça ou tontura
- Impacto na rotina (escola, sono, atividades do dia a dia)
Essa análise é fundamental para diferenciar uma dismenorreia primária de uma possível causa secundária.
Quando são necessários exames
Na maioria dos casos, a dismenorreia em adolescentes não exige exames complementares.
No entanto, eles podem ser solicitados quando há sinais de alerta, como:
- Dor muito intensa ou progressiva
- Falha ao tratamento inicial
- Suspeita de endometriose
- Alterações fora do padrão esperado
Exames mais utilizados:
- Ultrassonografia pélvica
- Avaliações específicas, quando indicado
O objetivo não é pedir muitos exames, mas sim investigar de forma direcionada e segura.

Tratamento da dismenorreia em adolescentes
O tratamento deve ser individualizado, levando em conta a intensidade da dor, a fase do desenvolvimento e o impacto na rotina da adolescente.
Nem toda cólica precisa do mesmo tipo de tratamento — o mais importante é entender a causa.
- Medidas comportamentais
As medidas simples são muitas vezes o primeiro passo no controle da dismenorreia em adolescentes .
O que pode ajudar:
- Uso de calor local (bolsa de água quente)
- Prática regular de exercícios físicos
- Sono adequado e rotina equilibrada
Essas medidas ajudam a reduzir a intensidade da dismenorreia em adolescentes e podem melhorar significativamente o bem-estar.
- Anti-inflamatórios
Os medicamentos são considerados a primeira linha no tratamento da dismenorreia em adolescentes .
Eles atuam reduzindo a produção de prostaglandinas, que são responsáveis pelas contrações uterinas e pela dor.
Para melhor efeito, devem ser utilizados com orientação médica e no momento adequado do ciclo.
- Anticoncepcional: nem sempre é a primeira opção
Nem toda dismenorreia em adolescentes precisa de anticoncepcional.
O objetivo é tratar de forma segura, respeitando o desenvolvimento do organismo na adolescência.
Na adolescência, o corpo ainda está em fase de amadurecimento, especialmente o eixo hormonal. Por isso, a indicação deve ser feita com cautela.
A indicação do tratamento hormonal deve ser feita de forma criteriosa, considerando:
- Intensidade da dor
- Resposta aos anti-inflamatórios
- Avaliação do padrão hormonal
Pontos importantes:
- O organismo ainda está se desenvolvendo
- Nem toda cólica menstrual precisa de tratamento hormonal
- O uso precoce pode mascarar sintomas sem investigar a causa
Na cólicas menstrual em adolescentes , o tratamento deve sempre ser individualizado, respeitando a fase do corpo e a real necessidade.
- Quando investigar doenças como endometriose
Quando há suspeita de condições como endometriose, o tratamento da dismenorreia em adolescentes deve ser direcionado para a causa.
A investigação é indicada quando:
- A dor é intensa
- Não há melhora com tratamento inicial
- Os sintomas pioram ao longo do tempo
Nesses casos, o acompanhamento especializado é fundamental para evitar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida.
Uma abordagem correta da dismenorreia em adolescentes não foca apenas em aliviar a dor, mas em entender o corpo e tratar a causa de forma individualizada.

Como a alimentação pode ajudar na dismenorreia em adolescentes
A alimentação tem um papel importante no controle da dismenorreia em adolescentes .
Isso porque alguns alimentos podem aumentar ou reduzir a inflamação do organismo, influenciando diretamente a intensidade da cólica menstrual.
Pequenas mudanças na alimentação já podem ajudar a diminuir a dor.
Alimentos que podem ajudar na dismenorreia
Alguns nutrientes contribuem para reduzir a inflamação e melhorar o funcionamento do corpo:
- Alimentos ricos em ômega-3 (como peixes e sementes)
- Frutas e verduras (ricas em antioxidantes)
- Alimentos com magnésio (como folhas verdes e oleaginosas)
- Alimentos integrais
Esses alimentos ajudam a reduzir a produção de substâncias inflamatórias, melhorando a dismenorreia em adolescentes.
Alimentos que podem piorar a cólica menstrual
Alguns hábitos alimentares podem intensificar a dismenorreia em adolescentes em Brasília:
- Excesso de açúcar
- Alimentos ultraprocessados
- Refrigerantes
- Cafeína em excesso
Esses alimentos aumentam a inflamação e podem piorar a dor menstrual.
Importância da hidratação
Beber água também faz diferença.
A hidratação adequada ajuda:
- na circulação
- na redução do inchaço
- no funcionamento do organismo
Isso pode contribuir para aliviar a dismenorreia em adolescentes.
Alimentação não substitui tratamento
A alimentação é uma aliada importante, mas não substitui a avaliação médica.
Uma abordagem completa da dismenorreia em adolescentes inclui alimentação, estilo de vida e acompanhamento adequado.
Dismenorreia em adolescentes e hormônios
Nos primeiros anos após a primeira menstruação, o corpo ainda está em fase de adaptação.
Por isso, a dismenorreia em adolescentes pode variar bastante de um ciclo para outro.
Isso acontece porque o eixo hormonal ainda não está totalmente amadurecido, o que influencia diretamente o ciclo menstrual e a intensidade da dor.
O que pode acontecer nessa fase
Durante esse período, a dismenorreia em adolescentes pode estar associada a:
- Ciclos irregulares
- Variação na intensidade da cólica
- Oscilações hormonais naturais
Essas mudanças são comuns na adolescência e fazem parte do desenvolvimento do organismo.
Por que isso é importante
Nem toda dor precisa ser tratada imediatamente com hormônios.
Na avaliação da dismenorreia em adolescentes e, é essencial entender se o corpo ainda está em fase de adaptação ou se existe alguma condição associada.
O acompanhamento adequado permite evitar tratamentos desnecessários e respeitar o ritmo natural do organismo.
Cada caso de dismenorreia em adolescentes deve ser analisado de forma individual, considerando a fase hormonal e o impacto na qualidade de vida.
Quando procurar uma ginecologista
A avaliação da dismenorreia em adolescentes é fundamental quando a dor deixa de ser apenas um desconforto e começa a impactar a rotina.
Muitas adolescentes adiam a consulta, mas identificar a causa cedo faz toda a diferença no tratamento.
Você deve buscar ajuda se:
- A dor atrapalha sua rotina
- Existe dúvida sobre o ciclo menstrual
- Os sintomas estão piorando com o tempo
- Há necessidade frequente de medicação
Nesses casos, a avaliação da dismenorreia em adolescentes permite um diagnóstico mais preciso e um tratamento adequado.
Tratamento moderno em ginecologia: o que muda
Hoje, o cuidado com a dismenorreia em adolescentes vai muito além de apenas “passar remédio”.
A abordagem moderna é mais completa e focada na causa da dor.
O que a abordagem atual inclui:
- Entender a origem da dor
- Evitar tratamentos desnecessários
- Acompanhar a evolução do quadro
- Cuidar da saúde da paciente como um todo
O objetivo no tratamento da dismenorreia em adolescentes é melhorar a qualidade de vida de forma segura e individualizada.
Conclusão
A dismenorreia em adolescentes é comum, mas isso não significa que deve ser ignorada.
Sentir dor leve pode acontecer, mas dor forte não é normal e merece investigação adequada.
Quando a dismenorreia em adolescentes é avaliada de forma correta, é possível identificar a causa, iniciar o tratamento ideal e melhorar significativamente a qualidade de vida.
Quanto mais cedo essa dor é investigada, menores são os riscos de complicações futuras.
Sobre minha atuação em Ginecologia
Minha atuação em ginecologia vai além do tratamento de sintomas isolados.
Assim como na abordagem da dismenorreia em adolescentes , acredito que o mais importante não é apenas aliviar a dor, mas entender o que está por trás de cada sintoma.
Sou médica com foco em saúde hormonal feminina, e meu trabalho é compreender a mulher como um todo — integrando hormônios, metabolismo, composição corporal, estilo de vida e saúde emocional.
Cada paciente tem uma história única.
Por isso, meu atendimento é individualizado, com escuta ativa, análise criteriosa e estratégias personalizadas para cada fase da vida.
Atendo mulheres que buscam mais do que soluções rápidas — que desejam entender o próprio corpo, melhorar sua saúde e conquistar equilíbrio de forma sustentável.
Como funciona a consulta
Durante a consulta, você terá clareza sobre:
- O que está acontecendo com o seu organismo
- Quais são as causas dos seus sintomas
- Quais caminhos fazem sentido para o seu caso
Sempre com base em ciência, segurança e responsabilidade médica.
Quando procurar avaliação
Se você sente que seu corpo mudou, que algo não está em equilíbrio ou que já tentou diferentes abordagens sem sucesso, é importante investigar.
Muitas mulheres convivem com sintomas por anos sem o diagnóstico adequado.
Agende sua consulta e inicie um cuidado verdadeiramente personalizado.
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Mais informações: Manual MSD
